Não somos OBRIGADAS a agradar ninguém!

mULHERES

Esse é o tema do vídeo dessa semana. Falo sobre a imposição que à sociedade faz às mulheres a respeito das atitudes delas, como devem agir, como devem se vestir, se maquiar, se comportar e nós não aguentamos mais isso…estamos dando um basta! Vem conferir o vídeo…você vai gostar!!!

Sim à Criatividade! Não ao Adestramento!

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Aqui em casa é assim, estimulamos à criatividade e damos um pé na bunda de qualquer método adestrador. Percebo que as pessoas não têm prestado muita atenção nas suas crianças e em como elas têm sido adestradas para, conhecer as letras, aprender a escrever o nome de forma mecânica, ser o primeiro da turma à ler, ser o primeiro da turma em tudo, se tornar independente mais cedo, e tudo à nossa volta tem levado à isso. Começando em casa mesmo. Alguns pais caem no equívoco de achar que a criança que lê mais cedo demonstra ser mais inteligente. CUIDADO! Pode ser que sua criança esteja apenas repetindo o que foi adestrada à fazer, ela pode estar sendo apenas treinada e, de acordo com pedagogos competentes, isso não é saudável.

As crianças leem naturalmente por volta dos seis/sete anos, isso não quer dizer que uma criança de cinco anos não possa começar a ler e escrever naturalmente, algumas são precoces, se for algo natural não há problemas, mas estudos e evidências (sim, formo minhas opiniões baseada em evidências científicas, artigos e revistas, não gosto muito de ir pelo “senso comum”) mostram que a maioria das crianças não estão preparadas para escrever e ler antes dos seis anos, se isso acontece, de forma adestradora, a criança poderá ter problemas futuros.

Não tenho usado o termo alfabetização porque a mesma começa assim que a criança nasce, ela vai além da escrita e da leitura de palavras:

“Mas em que consiste a alfabetização? Ela não se resume em aprender a ler e escrever letras, palavras, frases e textos de uma forma mecânica. Determinar o momento em que este processo deve iniciar é considerar a criança um ser vazio, que o professor irá preencher com informações. A criança, ao longo do seu desenvolvimento, vem fazendo várias leituras do mundo que a cerca, pois quando ela leva um objeto à boca, quando agarra, puxa e encaixa objetos, quando ouve e imita sons etc., ela está lendo. Trata-se de leitura num sentido amplo, mas não menos importante.

Na infância, a criança necessita vivenciar, experimentar, para compreender as situações reais. Ela não tem condições de lidar com situações abstratas, precisa de contínuas participações em situações que envolvam seu próprio mundo, suas necessidades. Um exemplo de percepção equivocada dos procedimentos de ensino manifesta-se quando, durante as observações, a professora propõem aos alunos exercícios de encher a linha. Esse exercício além de mecânico, privilegia unicamente a coordenação motora e, portanto, não faz sentido para a criança. Proceder assim equivale a pôr empecilhos no desenrolar do processo de compreensão das situações reais pela criança.”

Revista do Centro de Educação

Como já dito antes, aqui em casa temos uma única regra “estimular a criatividade”, aqui incentivamos o “inventar”, a Sophia e o José Miguel vão à escola, uma escola pública que, na nossa opinião, tem cumprido muito bem o seu papel, lá eles brincam, se desenvolvem socialmente, criam, inventam, aprendem brincando e pra gente isso é o suficiente, não porque nos fazemos de ignorantes, mas porque buscamos sempre um conhecimento científico e aprendemos que nenhuma criança na idade deles precisa de nada mais do que isso.

A Sossô está para completar cinco anos e, incrivelmente, soletra algumas palavras, porque foi adestrada? Não! Primeiramente vejo a Sophia como uma criança precoce, ela tem interesses que não vejo com frequência em outras crianças e acredito também que porque à medida que ela pede nós oferecemos. Por exemplo, ela quis conhecer as letras, então apresentamos as letras para ela, ela quer aprender a escrever uma palavra (sim, ela já escreve algumas), nós pedimos que ela fale a palavra várias vezes e depois diga quais são as letras que tem na palavra e, aparentemente, esse exercício tem feito com que ela desenvolva a leitura e a escrita

A sala de aula dela é composta por 10 alunos, sendo assim a professora também consegue atendê-la pessoalmente e, pelo que já conversamos, ela também estimula à criação e a brincadeira, e assim eles vão aprendendo de forma gostosa e natural, nada mecânico ou adestrador.

Sei de escolas que iniciam a “alfabetização” com crianças de três anos, EU, VANESSA, acho uma perda de tempo e uma maldade, porque nessa fase a criança só precisa brincar e é a brincadeira que à ensina a inventar. E além da minha opinião li também alguns artigos e estudos que mostram evidências de que isso não é necessário e pode ser prejudicial. Quédizê?!

Algumas escolas traçam metas para que a criança atinja, outra maldade, na minha opinião. Se a criança atinge ganha uma bonificação (um presente) e daí pergunto: ISSO É COISA PRA CRIANÇA? NÃO!!! Perdoe minha colocação, mas fazer isso com uma criança é igual oferecer um biscoito à um cão que aprende a dar a patinha ou a fingir de morto. Não, não vamos fazer isso com as nossas crianças! Isso só serve para gerar sentimento de frustração quando ela não alcança a meta, amaciar o ego de pais que “se satisfazem” nos filhos que são os primeiros da turma mas que, na maioria dos casos, não passam de crianças adestradas e gerar um sentimento de recompensa nas crianças que se “matam” para alcançar à meta imposta. Muito idiota essa forma de estimular as crianças, desculpem-me a franqueza, mas se seu filho recebeu uma meta para atingir e lá no final do ano vai ganhar um presente caso alcance a meta, você tem um problema. No seu lugar, eu cogitaria a possibilidade de trocá-lo de escola.

Outras escolas, com mensalidades absurdas, selecionam as crianças que vão receber. Bem, eu não colocaria nenhum filho meu em uma escola que fizesse uma seleção dos melhores porque não permitiria que meus filhos se submetessem à uma seleção “dos melhores” na sua primeira infância. Daí você diz “Mas e na vida adulta, quando ele precisar passar por algo assim?”, ah, aí é outra coisa, mas querer submeter uma criança, ainda na primeira infância, à esse sistema? EU SOU CONTRA!

“Ah, Vanessa, então quer dizer que você não está nem aí para o futuro profissional dos seus filhos?” Até me preocupo com o futuro profissional deles, mas me preocupo mais ainda em como eles chegarão lá, me pergunto se serão capazes de se sentir realizados, se terão o direito de escolher o melhor lhes parecer, se estarão felizes e satisfeitos com suas escolhas. Não crio os “melhores da turma” e nem defino metas com bonificação. Crio pessoas melhores e com capacidade para ser feliz. Estimulo meus filhos à inventar, quero ver a criatividade deles, mostrar à eles a criatividade que há dentro deles e assim eles serão livres para fazer o que quiser e fazer da melhor forma, dando o máximo de si para atingir seus alvos.

Criatividade SIM…adestramento NÃO!!!

Leia ainda http://m.huffpost.com/br/entry/7019166?ncid=fcbklnkbrhpmg00000004

Sobre os nossos dias!

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Se te contasse nesse momento como está a minha sala você nem acreditaria e juraria que estou exagerando, mas olha, não estou não! Todas as almofadas estão ajuntadas em um único sofá, tem um Mickey sentado em uma das partes do outro sofá, vários brinquedos embaixo do sofá e da estante, brinquedos por todos os lados, sacada, sala, quartos e banheiros…ah, ali na cozinha tem também! Duas crianças “indígenas” correndo e pulando como se não houvesse amanhã e uma bebezica que engatinha atrás desses dois na mesma velocidade que eles correm.

Dificilmente passávamos os sábados em casa, sempre íamos para a cidade dos nossos pais, que é perto daqui, mas desde que bateram no nosso carro (não, essa questão ainda não foi resolvida…mas estamos esperando com muita fé e paz no coração) passamos os finais de semana aqui, curtindo a casa e brincando com as crianças. Na TV um desenho, na cozinha um cheirinho de café recém coado, muito movimento, risada, encrenca, brigas entre irmãos, cócegas entre irmãos, vida entre irmãos!

Não, a nossa casa não fica 30 minutos organizada, por mais que tente tem sempre um brinquedo ali, me lembrando que a vida existe e é isso que me faz feliz. É claro que às vezes me irrito ao pisar em um daqueles carrinhos de Hot Wheels, porque dói ( mães entenderão), ou ao sentar em cima de uma bola ou uma bendita peça de monta monta. É claro que às vezes quero silêncio, quero o nadismo, mas em nenhum momento desejo isso de verdade, não quero que esse movimento acabe.

A casa é movimentada, é bagunçada, é barulhenta, é agitada, tem paredes riscadas, sujeira no chão, tenho três crianças super divertidas e por isso me poupo de limpar os chão todos os dias, então às vezes uma meleca ou outra fica…me julguem! O sofá está rasgado, isso até tem me incomodado um pouco, mas estou pensando em arrumar uma capa para resolver isso aí também (ah, estou aceitando dicas), a minha cama vive revirada, não porque não arrume, mas tem sempre uma criança achando que ela é um ótimo pula pula, tem dois quartos revirados, porque a impressão que as crianças passam é que o brinquedo mais interessante está no fundo do cesto de brinquedos, e tudo que está ao alcance da criança que engatinha vai parar no chão, ou seja, pouca coisa fica em criados mudos.

A nossa casa foge à padrões, pelo menos padrões de revista de decoração, comerciais de margarina ou de inseticidas e eu insisto em me desculpar “pela bagunça” a cada visita que recebo e a justificar o movimento à cada cliente da SlingaBaby que vem aqui. Mas a nossa casa é o melhor lugar para estar, o Ju e eu estamos sempre rindo desses três, às vezes rola uma tensão, porque eles podem até ser fofinhos mas não são anjinhos, no entanto os momentos divertidos são tão intensos que quase dá pra esquecer das encrencas, acredita?!

Os nossos dias são bem movimentados, bem cheios e bem barulhentos, os nossos sábados e domingos têm sido os melhores, acordamos com esses três na cama, tomamos café juntos, ficamos juntos e movimentamos juntos…hahahaha…e é toda essa movimentação que me dá vida, que me faz ser assim, tão eu! Exausta mas EU!

#VemGente tô no TDM

Friday 28 november _ Admission 8$ _ Free

Ontem, após postar aquele vídeo, recebi um super mega convite, a Keka, administradora do TestDriveMami gostou do meu “jeitinho” de falar e, parece, que viu em mim algo de bom e que pudesse contribuir para esse blog que, particularmente, sempre admirei muito.

Bem, o TDM é um blog de maternidade, mas que abrange vários outros assuntos, o convite chegou em ótima hora e a proposta foi muito bacana, sendo assim, aceitei e já cheguei chegando, o que é bem a minha cara, néah!? Quem me conhece sabe que se não for pra causar, eu nem levanto da cama…hahahahaha…

Pois bem, ontem a Keka se encarregou de me apresentar aos leitores do blog e hoje eu passei por lá, pra já deixar minha marquinha de gente entrona!!! Então, pra ver minha entrada vem comigo no Já Cheguei Chegando

#VemGente

A maternidade e os palpiteiros de plantão!

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Bem, atendendo à pedidos fiz um outro vídeo, parece que teve um pessoal aí que se divertiu com a minha falta de vergonha na cara para pagar micos e me convenceu a continuar fazendo, então vamos combinar o seguinte, sempre que der colocarei um vídeo novo aqui e lá no meu canal no YouTube, que você pode se inscrever para acompanhar.

Nesse novo vídeo falei sobre a chegada de um novo bebê, o nascimento de uma mãe, a maternidade e os palpiteiros de plantão, sobre como as coisas acontecem e como esses palpites não solicitados nos deixam confusas e mais atrapalham do que ajudam.

As coisas não são tão simples quanto parecem quando se trata de maternidade e a última coisa que uma família precisa, quando chega um bebê, é palpite desnecessário, você pode ajudar com muitas coisas mas entenda que o palpite não está inserido nessas coisas.

Para entender mais o que estou falando vem conferir o vídeo, acho que vai ser “revelador”, muitas mães vão se identificar, aprender a lidar com os palpiteiros e todos vão rir muito da minha pagação de mico…hahahahaha…

#VemGente

Para se inscrever no canal é só clicar aqui

Vamos falar sobre o WrapSling?

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O uso de carregadores de bebês tem se tornado comum, não tanto quanto gostaríamos, mas o necessário para se observar alguns vacilos cometidos na escolha do tecido, na forma de se fazer as amarrações e posicionar o bebê, e isso é preocupante. Muitos, ou todos, que acompanham o blog devem saber que tenho uma marca de wrapsling, a SlingaBaby. Bem, essa marca foi criada com o intuito de ajudar mamães, papais e cuidadores em geral nos cuidados com o bebê e auxiliar nas atividades do dia a dia.

A SlingaBaby não se limita à vendas de wrapsling, acabo me tornando amiga das mães que me procuram, já ajudei muitas mamães que nem tinham comprado comigo, auxilio na amamentação e me coloco à disposição para qualquer situação, quem já entrou em contato comigo, seja para adquirir um produto meu ou não podem confirmar.

Sabe porque faço isso? Porque gosto desse mundo, me identifico muito, amo poder ajudar mães, sinto satisfação ao ver um bebê ser aconchegado no sling e pegar no sono, fico feliz em receber mensagens de agradecimento, em sentar na mesa da minha casa com mães de primeira viagem e poder escutar suas dificuldades, gosto desse mundo materno e por isso faço com tanto carinho.

Mas uma coisa tem me preocupado, um comércio “desenfreado” de wrapsling, algumas pessoas cometem o equívoco de achar que o wrapsling é apenas um “pedaço longo de pano em que se coloca o bebê”. Mero engano! O wrapsling vai muito além! Sim, é um tecido, mas não é um tecido apenas, pensa comigo, você colocaria o seu bebê em um carregador e não questionaria se aquele é o melhor tecido? Se é resistente? Se é resiliente? Se é confortável? Se absorve ou não calor? Se é ideal para a pele delicada do bebê ou não? Bem, eu não colocaria.

Outra coisa, algumas pessoas entregam o pedaço de pano e pronto! Não acho que seja bacana isso, uma mãe que acabou de adquirir um wrapsling precisa saber como lidar com aquilo, o que pode e o que não pode ser feito, quando usar, quando não usar. Já vi uma foto de uma mãe com um bebê em um wrapsling e fiquei muito preocupada, o bebê estava posicionado para frente mas dava pra perceber que ainda não tinha controle de pescoço e cabeça e, além disso a amarração estava muito solta, existia um risco de queda.

O wrapsling quando amarrado de forma correta é 100% seguro e confortável para carregador e bebê, mas caso contrário ele se torna um risco. Entendem como o wrapsling não é apenas “um tecido longo que se amarra e coloca o bebê?

Carregar bebês em slings pode ser mais seguro do que carregar nos braços. Mas para que isso seja possível, é primordial que você esteja atendo à segurança do seu bebê e qualidade do seu sling.

Seja qual for o modelos de sling que você escolheu usar, aprender a usá-lo corretamente é o primeiro passo para garantir a segurança do seu filho.

REGRAS PARA UM PASSEIO SEGURO:

  • VERIFIQUE SE SEU BEBÊ PODE RESPIRAR: Slings ajudam os pais e ter mobilidade com os braços enquanto carregam seus bebê. Mas é importantíssimo que sempre estar atendo ao seu bebê. As vias aéreas devem estar SEMPRE desobstruídas, jamais seu bebê deve estar com o rosto colado no corpo do cuidador, com o nariz trancado.

  • QUEIXO ENCOSTADO NO PEITO, JAMAIS! – O queixo do bebê não pode estar colado no peito dele, essa posição obstrui as vias respiratórias do bebê. Recém-nascidos não têm controle muscular para erguer o pescoço quando com dificuldades respiratórias. Por isso, verifique se a posição do seu bebê no sling e certifique-se que ele está respirando normalmente.

  • NUNCA FAZER EXERCÍCIOS COMO CORRIDAS, SALTOS, OU QUALQUER ATIVIDADE QUE SUBMETA O BEBÊ A MOVIMENTOS BRUSCOS – Esse tipo de movimento pode provocar lesões no pescoço, coluna e cérebro do bebê.

  • NUNCA USE O SLING EM VEÍCULOS EM MOVIMENTO – A única exceção a essa regra são ônibus de transporte coletivo, que acaba sendo mais seguro carregar o bebê junto ao corpo. Mas em carros, motociletas, bicicletas e aviões, o uso do carregar de bebê é totalmente desaconcelhado.

  • VERIFIQUE SEMPRE SE SEU BEBÊ JÁ TEM CONDIÇÕES DE FICAR EM DETERMINADAS POSIÇÕES – Algumas posições do bebê são desaconselhadas em determinadas idades. Por isso, é muito importante que você se informe com a fabricante do seu sling, quais as posições indicadas em cada idade.

  • VERIFIQUE SEMPRE A QUALIDADE DO SEU SLING – Sempre observe as condições do seu sling, qualidade das argolas (se são testadas), limite de peso que seu sling suporta, qualidade do tecido, força das costuras. Não use seu sling se ele apresentar qualquer tipo de defeito estrutural e entre em contato com o fabricante.

  • CONFIRA SEMPRE SE SEU SLING ESTÁ BEM PRESO – Antes de se aventurar em passeios, tenha sempre a certeza de que amarrou seu bebê no sling ou ajustou seu sling de forma correta, para evitar problemas estando na rua com seu bebê.

  • CUIDADO COM SEU EQUILÍBRIO – Carregadores de bebês são uma forma prática e segura de carregar seu bebê. Mas todo cuidado é sempre bem vindo. Com o sling, perdemos nosso centro gravitacional, o que pode, em superfícies escorregadias, bicicletas, patinetes, momentos em que equilíbrio é imprescindível, fazem com que você caia com seu bebê.

  • ATENÇÃO ÀS ROUPAS QUE SEU BEBÊ USA – Bebês slingados ficam com a temperatura do corpo da pessoa que o está carregando. Por isso cuidado para não agasalhar demais ou de menos seu bebê.

  • MAIOR CONTATO COM SUPERFÍCIES – A magia do sling está em seu bebê poder ver e tocar tudo o que está ao alcance do adulto. Por isso todo cuidado é pouco. Certifique-se de que seu bebê não está pegando aquilo que pode engolis ou machucá-lo.

  • CUIDADO COM O QUE COLOCA NO SEU SLING – Não coloque itens pequenos ou perigosos dentro do seu sling, bem como brinquedos ou mantas que possam sufocar seu bebê.

  • JAMAIS COZINHE COM SEU BEBÊ NO SLING – Cozinhando com seu bebê no sling, você o expõem ao risco de graves queimaduras, isso porque a altura do bebê no slling é a mesma do fogão. Abrir fornos quentes pode provocar queimaduras pelo vapor, bem como microondas.

  • CUIDADO EM BARCOS – Pode parecer que carregar seu bebê em um sling quando em barcos, mas para tanto é necessário que seu bebê também esteja vestido com colete salva vidas. Pense que se você afundar, seu bebê irá junto com você.

  •  CUIDADO COM A CAUDA DO SEU SLING – Seu sling de argolas possui uma cauda que fica pendurada nas argolas. Cuidado ao subir escadas para não pisar na cauda do seu sling.

  • CUIDADO COM ESBARRÕES – Cuidado ao andar em locais com muitas pessoas circulando, essas pessoas podem não saber que no tecido que está amarrado ao seu corpo, tem um bebê. (Fonte: Sling Seguro)

E lembre-se: TODO CUIDADO É POUCO COM O SEU BEBÊ!!!

Vem conhecer a SlingaBaby

 

10 frases que nenhuma menina quer ouvir!

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A minha infância foi muito tranquila, meus pais souberam me educar livre de preconceitos e me criaram bem longe de conceitos machistas, tínhamos liberdade para brincar com primos e primas, como iguais, sem problemas, mas percebia que na casa de algumas amigas e coleguinhas as coisas eram diferentes e hoje, criando duas filhas e um filho, percebo que essa cobrança machista vem muito também da sociedade, do exterior. É claro que cabe aos pais fazer diferente, não permitir que suas crianças absorvam esses conceitos, mas é chato ouvir alguém dizer para sua filha de três aninhos que ela deve sentar como mocinha quando estiver de saia e outras coisas. Li essas frases essa semana e achei de extrema importância compartilhar com vocês, acredito que a maioria vai concordar comigo! Então vamos conferir essas dez frases que você não deve nunca dizer à uma menina!

1. “Senta que nem mocinha”.

Uma criança de três anos não precisa aprender a sentar “que nem mocinha” — para começar, porque está longe de ser mocinha.

2. “Isso não é jeito de uma mocinha se comportar”.

Não existe uma única fórmula de como uma “mocinha” deve se comportar. E porque uma criança deveria aprendê-lo desde tão cedo?

3. “Mas seu irmão pode (jogar futebol/ brincar mais tempo na rua/ não ajudar nas tarefas domésticas) porque ele é homem!”

Não há diferença em tarefas e brincadeiras: tanto meninos quanto meninas podem aprender a ajudar nas tarefas de casa, o que os tornará adultos mais autossuficientes e responsáveis, e se divertir jogando futebol.

4. “Isso é brincadeira de menino”.

O brinquedo ou a brincadeira usa os genitais para funcionar? Se não, não faz diferença se é para menino ou menina. Se usa, o brinquedo NÃO é para crianças.

5. “Que linda, já pode casar”.

Como se esta fosse a única e/ou principal aspiração de uma menina. Nem toda menina sonha em casa, sabia?

6. “Desse jeito vai ficar para titia, hein”.

Não se casar não é necessariamente uma punição. Inclusive, às vezes é uma opção.

7. “Com essas pernas cheias de roxos e ralados, parece um menino!”

Não, tio, pareço uma criança. Morro de preguiça da frase “parece um menino”…aff…conheço meninos que nunca se arriscaram a ralar os joelhos e meninas que viviam de joelhos ralados, isso define a sexualidade de alguém?

8. “Menina não fala palavrão”.

Que tal usar “criança não fala palavrão”? Ou meninos podem? Na minha infância nem meus primos e nem eu éramos liberados para falar palavrões. E outra, quando você diz isso você ensina que “uma mulher deve ser contida, ficar sempre caladinha, chorando em silêncio!”. Nãããããão, a mulher NÃO precisa ser contida não, tah?! Ela tem TODO o direito do mundo de se expressar e, caso ela seja adulta, pode xingar…hahahahaha…

9. “O que os outros vão pensar se virem você (descalça/ subindo em árvore/ brincando de carrinho/ usando boné)?”

Que eu sou uma criança, ué. Parece que as pessoas morrem de medo que o estereótipo defina seu filho, neh!?

10. “Azul não é cor de menina”.

Qualquer cor é de menina. E de menino também. Têm meninas que gostam de rosa, outras gostam de azul, algumas são loucas pelo amarelo…pleeeeease, entenda: preferência de cor não define a identidade de gênero.

Texto parcialmente retirado de buzzfeed