#sériedequarta : Aspectos Emocionais na Gestação – Segundo Trimestre

Na última #sériedequarta falamos sobre o primeiro trimestre de gestação e seus aspectos emocionais, nessa semana falaremos sobre esses aspectos no segundo semestre gestacional. É importante lembrar que os textos dessa série estão sendo retirados do blog Lorena Ladico.

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Aspectos Emocionais: Segundo Trimestre de Gestação (por Lorena Ladico)

“Transcorrido a ambiguidade de sentimentos presente nos primeiros meses da gravidez, a sensação real da presença do bebê dentro de si se torna mais presente. A mãe e o bebê deixam de ser visto como um só, nessa fase começa-se a DIFERENCIAÇÃO MÃE-FETO. Repare que as pessoas começam a tocar mais a barriga e a direcionar a conversa para o bebê. Teoricamente, significa aceitar o feto como um ser separado da mãe, como um indivíduo distinto, o que é muito importante, porque é na gestação que começa o desenvolvimento da autoestima e da personalidade.

Desde os primeiros meses, a gestante já percebe as MUDANÇAS DO CORPO, no segundo trimestre essas transformações se intensificam e ficam mais notórias, que pode ser vivido diferente para cada mulher. Porque isso vai depender de como a mulher percebe e lida com os ganhos de peso, o crescimento da barriga, o aumento dos seios…

Na maioria das vezes, é também nessa fase que as grávidas intensificam as FANTASIAS relacionadas ao bebê, começam a imaginar como serão como mães, as características físicas do filho, se o bebê será mais tranquilo ou chorará muito. Esse processo de idealização é muito importante, podendo ser semelhante à realidade futura ou não. No segundo trimestre, o estabelecimento da comunicação verbal e tátil intensificam a CONEXÃO mãe-bebê.

Aproveite essa fase da gestação, curta sua barriga crescendo… sinta seu bebê se movimentando… No próximo texto iremos abordar as questões emocionais no terceiro trimestre da gravidez… Até lá.”

Crianças, já pra fora!

Sem título

Perambulando pela internet me deparei com esse vídeo que é, na verdade, um alerta para a sociedade que tem pecado contra as nossas crianças. Esse material faz parte de uma palestra ministrada pelo médico pediatra Daniel Becker, especialista em homeopatia e mestre em saúde pública. Ele começa a palestra citando Nelson Mandela e segue falando sobre os pecados que estamos cometendo contra a infância e aponta possíveis soluções. 

1- Privação do nascimento natural e do aleitamento materno;

2- Terceirização da infância;

3- Intoxicação da infância;

4- Confinamento e distração permanente;

5- Mercantilização da infância e consumismo infantil;

6- Adultilização e erotização precoce;

7- Entronização e superproteção da infância;

Como forma de enfrentar estes pecados, Daniel propõe uma solução que passa por mudanças em apenas dois fatores: tempo e espaço. No caso do tempo, o médico sugere que os pais estejam presentes na vida do filho em pelo menos 10% do tempo em que estão acordados. Em uma conta geral, isso representa 1h40 por dia de dedicação aos filhos. Em relação ao espaço, a orientação é estar perto da natureza. “O convívio com o espaço aberto vai afastar a gente das telas, vai reduzir o consumismo e o materialismo excessivos, vai promover o livre brincar (que, por sua vez, vai gerar inteligência, humor e criatividade), vai gerar convívio entre as famílias, vai promover o contato com o ar, o sol e o verde e vai reduzir todos os problemas da infância.” (via Indiretas Maternas)

Te convido para assistir o vídeo!

Assediar não é elogiar!

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O assunto hoje é muito sério! Vamos falar sobre essa coisa de dar/receber cantadas desconcertantes publicamente, sobre o “fiufiu”, sobre o assobiar, sobre assédio sexual, sobre se sentir amedrontada com determinadas atitudes de alguns homens, que se acham muito legais, e se veem no direito de nos assediar e se sentem ofendidos quando a “cantada” não é recebida com um sorriso ou um gesto pacificador, quando a garota não “dá mole”, quando a “puta” se faz de difícil, quando a “vadia” é muito convencida.

Colega, preciso te contar uma coisa: assediar não é elogiar, e seu assédio provoca ânsia de vômitos, medo do que pode vir depois, pavor, desespero e insegurança. Soltar um “ô coisinha gostosa, chega aqui!” não faz de você um cavalheiro, mas sim um agressor, um estuprador em potencial, já que a sua fala, depois de ser ignorado, geralmente é “sua puta, vagabunda, não vai olhar não!? Vou te pegar pelo braço e te mostrar quem manda!”, entende onde quero chegar?

Daí o bacana diz: “Ah, quanto mimimi! Nunca disse isso, mas elogio mulheres lindas sim! O que é bonito é pra se elogiar!”, será? E se o jogo virasse? Vou te contar uma historinha, vem comigo!

Um carinha estava ali, na fila do banco, esperando para ser atendido. De repente passou por ele uma garota muito bonita e no mesmo momento um outro cara, que também esperava para ser atendido, soltou um “Vai ser gostosa assim lá em casa, olha que bunda deliciosa, essa eu fazia inteirinha“. A moça ficou desconcertada, sem graça, acelerou o passo e seguiu. O “galanteador”, aquele que faz “elogios”, olhou pro carinha do lado e disse: “É gata, mas é muito convencida! Nem olhou pra agradecer meu elogio! Mas eu tinha que falar! Você viu que bundinha mais gostosa?” Daí o carinha, o que estava calado até então disse apenas: “sinceramente, eu prefiro a sua”. E o galanteador todo irritado ficou nervosinho, disse que aquilo era uma falta de respeito, o cara falando da bunda dele, que era uma violência, que aquilo era assédio. Quédizê!?!? 

Agora eu te pergunto, ele falar da bunda da moça é elogio e um outro cara falar da bunda dele é assédio? Tem alguma coisa errada aí, não!? Tem é muita coisa errada aí! Tem machismo, tem assédio sexual contra a mulher, tem cultura do estupro, tem intimidação, o que mais tem aí é coisa errada. 

Espero que depois de ler essa historinha você consiga entender que assediar não é elogiar, e pense bem antes de passar uma cantada, reflita se você gostaria de receber esses “galanteios”. Assédio não é elogio. Assédio é CRIME! CUIDADO! 

#sériedequarta : Aspectos Emocionais na Gestação – Primeiro Trimestre

Na última quarta feira (19/08/15) falamos sobre exterogestação nessa postagem, o texto foi retirado de um ótimo material da Lorena Ladico que fala sobre os aspectos emocionais na gestação e esse material contém outros três textos. Como o conteúdo é muito bom decidi compartilhar a sequência de textos hoje e nas próximas quartas feiras. Chamaremos de “série de quarta”, que tal? 

Vem comigo conferir o texto dessa semana então!

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Thinkstock/Getty Images

Aspectos Emocionais: Primeiro Trimestre de Gestação (por Lorena Ladico)

“O texto de hoje inaugura a série Aspectos Emocionais na Gestação, que permeia desde o primeiro trimestre à exterogestação. Muitas de nós mulheres quando descobrimos grávidas, nos deparamos com o desconhecido. Sabemos o que vai nos acontecer fisicamente até o momento do parto, que haverá mudanças no corpo, na barriga, no ritmo, mas sentimos em muitos momentos, como se estivéssemos em um túnel escuro. Ilustrarei nesses textos algumas particularidades de cada trimestre, entendendo que cada mulher e família pode ou não vivenciar esses aspectos.

No primeiro trimestre, a grande tarefa de desenvolvimento que a mulher irá passa é ACEITAR A GRAVIDEZ. Pode parecer estranho mencionar esse fato que está tão implícito ao processo. Mesmo que essa gravidez seja muito desejada ou planejada, o reconhecimento que a gravidez ocorreu gera sentimentos de ambivalência entre: o desejo e o receio da gravidez.

A AMBIVALÊNCIA é uma sensação emocional que caracteriza os primeiros três meses de gestação. Exemplos dessa ambivalência são: em acreditar na viabilidade da gravidez; ambivalência em relação à aceitação do feto; em relação às mudanças que o novo estado implica e ambivalência em relação à própria maternidade.

Outro aspecto que ocorre é o PROCESSO DE IDENTIFICAÇÃO MATERNA. Quando descobrimos que estamos grávidas procuramos nossa referência de modelo materno, que é a pessoa que exerceu o papel materno, podendo ser a própria mãe, avó, tia, madrinha… Nesse processo lembramos muito da nossa infância, como éramos cuidadas e como essa pessoa se comportava nesse papel materno.

O que contribui muito para o processo de aceitação da gravidez é a aceitação por parte dos demais da família e do pai do bebê. Mulheres que não possuem apoio da família e do parceiro sentem mais dificuldade em aceitar a gestação. Caso haja essa rejeição na sua família e você está com dificuldades sugiro procurar grupos de apoio à gestante e mães. Nesses grupos compartilhamos nossas vivências, preocupações e emoções. E assim, ganhamos emponderamento. 

No texto da próxima semana vamos falas dos Aspectos Emocionais: Segundo Trimestre da Gestação. Até lá…”

#maeempreendedora

#maeempreendedora

Sabe aquela amiga que tem sempre uma super ideia para ajudar as outras amigas? Então, eu tenho uma dessas! Há quem diga que esse mundo virtual é muito superficial, mas deixa eu te contar, não é não, viu!? Desde que a Sossô nasceu e criei o blog comecei a interagir com outras mães e fomos criando uma rede muito bacana, é claro que alguns extremismos por parte de algumas mães surgem e uma ou outra acaba saindo, se afastando ou se perdendo por aí…rsrsrs…mas a maioria fica, porque o vínculo existe, e nós temos prazer em ajudar uma á outra. 

Damos as mãos e abraços virtuais, fazemos corrente de boas vibrações, orações, aconselhamos e tentamos ao máximo nos ajudar, porque só outra mãe sabe o que é ser mãe, concorda?! E quando nos tornamos mães e optamos por ficar em casa com os filhos corremos o risco de ficar meio que “alienada” e o aperto financeiro pode surgir, daí surgem as mães empreendedoras. 

Mulheres que tiveram que se reinventar com a chegada da maternidade, usando a criatividade para montar um próprio negócio. Algumas com habilidade manuais, outras com habilidades com público, com marketing, e por aí vai. E nessa reinvenção toda formou se um grupo de mães empreendedoras que dão as mãos e tentam, ainda que de longe, caminhar juntas.

Nessa coisa toda uma amiga muito querida acabou tendo uma super ideia, ela está divulgando a hashtag #maeempreendedora, com o intuito de divulgar o trabalho de outras mães, uma forma de ajudar a nossa rede de mães que tiveram que se reinventar profissionalmente depois da maternidade. Fala se não é uma coisa muito bacana e se não existe amor na internet!? Ah gente, é muito amor!!!

A dona da ideia é a Thaís, mãe de três e empreendedora que criou a Leão Leãonzinho, uma loja virtual muito fofa e muito eficiente. Só eu acho que a Thaís merece uma salva de palmas??? Gente, a mulher está tendo uma super iniciativa, está divulgando o trabalho de outras amigas através do seu perfil no facebook e no Instagram da @leaoleaozinho. Se você é uma mãe empreendedora e quer ser apresentada com a hashtag #maeemprendedora mande o seu email para contato@leaoleaozinho.com.br e fale com a Thais, garanto que a parceria vai ser linda linda!!!

#maeempreendedora

Nove meses em noventa segundos!

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A gestação é algo que transforma a vida de uma mulher, toda a logística de uma casa muda, tomamos novos hábitos, renovamos nossas mentes, trocamos móveis de lugar, o corpo vive alterações constantes, toda a família entra na dança e a mágica é linda. Por esses e outros motivos sou uma pessoa fanática por ensaios fotográficos que retratam gestações, partos, recém-nascidos, recém-chegados, processo de amamentação e afins, mas com sensibilidade suficiente para nos levar para dentro de toda essa mágica.

E quando essa retratação fica por conta de quem está vivendo toda essa mágica? 

É o caso desse vídeo em timpe lapse (técnica em que a imagem é acelerada) produzido pela designer Byron Louie, ela conseguiu retratar tudo, desde a sua gestação até a chegada do bebê, em 90 segundos. É lindo, é mágico, é inexplicável. E você precisa assistir!!!

Eu vivo vocês!

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Tenho aqui tatuado, no ombro, que vocês são minha âncora, tatuei porque precisava marcar que tenho uma âncora, que tenho uma vida, que tenho três motivos que me firmam aqui, três razões que Deus me deu te presente para que eu pudesse entender o quanto o amor dEle é grande, o quanto Ele é cuidadoso nos mínimos detalhes comigo, e o quanto é possível ser feliz mesmo nos dias chatos.

Vivo vocês 24h por dia, sete dias da semana, cada segundo, a cada respiração, vivo vocês.

Quando vocês estão longe estou contando de vocês para alguém ou estou sorrindo me lembrando de algo que fizeram. Quando acordo e vocês não estão aqui parece que ouço a voz de cada um, alguns passinhos pequenos correndo pela casa, algumas risadinhas de quem está fazendo arte.

Às vezes quero dormir até mais tarde, isso é fato! Às vezes quero ouvir apenas o silêncio pela casa, quero poder ir ao banheiro sem plateia, tomar um banho demorado, não ter que cozinhar ou ter horário pra comer, mas daí a vovó leva vocês pra passar uns dias com ela e eu me sinto tão só, a casa fica vazia e preciso colocar uma música bem alto, continuo seguindo os horários de vocês e isso é porque vivo vocês. 

Que bom ter vocês, que bom estar ancorada, que bom viver vocês.