Gravidez

#sériedequarta : Aspectos Emocionais na Gestação – Primeiro Trimestre

Na última quarta feira (19/08/15) falamos sobre exterogestação nessa postagem, o texto foi retirado de um ótimo material da Lorena Ladico que fala sobre os aspectos emocionais na gestação e esse material contém outros três textos. Como o conteúdo é muito bom decidi compartilhar a sequência de textos hoje e nas próximas quartas feiras. Chamaremos de “série de quarta”, que tal? 

Vem comigo conferir o texto dessa semana então!

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Thinkstock/Getty Images

Aspectos Emocionais: Primeiro Trimestre de Gestação (por Lorena Ladico)

“O texto de hoje inaugura a série Aspectos Emocionais na Gestação, que permeia desde o primeiro trimestre à exterogestação. Muitas de nós mulheres quando descobrimos grávidas, nos deparamos com o desconhecido. Sabemos o que vai nos acontecer fisicamente até o momento do parto, que haverá mudanças no corpo, na barriga, no ritmo, mas sentimos em muitos momentos, como se estivéssemos em um túnel escuro. Ilustrarei nesses textos algumas particularidades de cada trimestre, entendendo que cada mulher e família pode ou não vivenciar esses aspectos.

No primeiro trimestre, a grande tarefa de desenvolvimento que a mulher irá passa é ACEITAR A GRAVIDEZ. Pode parecer estranho mencionar esse fato que está tão implícito ao processo. Mesmo que essa gravidez seja muito desejada ou planejada, o reconhecimento que a gravidez ocorreu gera sentimentos de ambivalência entre: o desejo e o receio da gravidez.

A AMBIVALÊNCIA é uma sensação emocional que caracteriza os primeiros três meses de gestação. Exemplos dessa ambivalência são: em acreditar na viabilidade da gravidez; ambivalência em relação à aceitação do feto; em relação às mudanças que o novo estado implica e ambivalência em relação à própria maternidade.

Outro aspecto que ocorre é o PROCESSO DE IDENTIFICAÇÃO MATERNA. Quando descobrimos que estamos grávidas procuramos nossa referência de modelo materno, que é a pessoa que exerceu o papel materno, podendo ser a própria mãe, avó, tia, madrinha… Nesse processo lembramos muito da nossa infância, como éramos cuidadas e como essa pessoa se comportava nesse papel materno.

O que contribui muito para o processo de aceitação da gravidez é a aceitação por parte dos demais da família e do pai do bebê. Mulheres que não possuem apoio da família e do parceiro sentem mais dificuldade em aceitar a gestação. Caso haja essa rejeição na sua família e você está com dificuldades sugiro procurar grupos de apoio à gestante e mães. Nesses grupos compartilhamos nossas vivências, preocupações e emoções. E assim, ganhamos emponderamento. 

No texto da próxima semana vamos falas dos Aspectos Emocionais: Segundo Trimestre da Gestação. Até lá…”

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