Gravidez · Maternidade · série de quarta

#sériedequarta : Aspectos Emocionais na Gestação – Terceiro Trimestre

E chegamos ao último texto da #sériedequarta, quem aí também gostou dessa série?! Nela falamos sobre o Primeiro Trimestre Gestacional aqui e sobre o Segundo Semestre Gestacional aqui. E agora vamos ao último post dessa série tão gravidinha, néah!? Nesse falamos sobre o Terceiro Trimestre e seus aspectos emocionais, as ansiedades, as expectativas, tudo sobre a reta final. Vem conferir!

Thinkstock/Getty Images
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Aspectos Emocionais: Terceiro Trimestre de Gestação (por Lorena Ladico)

“Reta final da gestação, o terceiro trimestre, pode ser um momento de grande ansiedade para algumas mulheres. Com a chegada da data prevista para o parto, as futuras mamães ficam preocupadas em como será, se tudo vai ocorrer bem, se será parto normal ou cesárea… A ambiguidade de sentimentos também está presente aqui, só que um pouquinho diferente daquela dos primeiros meses. A ambivalência nesse caso é que ao mesmo tempo que temos uma vontade de prolongarmos a gravidez, curtindo o barrigão, e adiar o momento do parto e as novas exigências, também sentimos um enorme desejo de ver o rostinho do nosso bebê. Além disso, as transformações corporais como ganho de peso, inchaços e ondas de calor são marcantes nessa fase e chegam a incomodar.

Um aspecto muito importante que ocorre durante a gravidez e que intensifica nos últimos meses é a RELAÇÃO CONJUGAL. Durante a gestação o casal se prepara para a integração do novo membro na família. Principalmente no caso do primeiro filho, em que o parceiro é visto somente como marido. Com a chegada do bebê os papéis também mudam, a uma nova identidade a ser construída e você passará a se relacionar com ele como o “PAI DO MEU FILHO”. Tanto você como ele vão se descobrir pais juntos. É um importante período de adaptação, pois o relacionamento conjugal vai ser desafiado. Isso acontece porque os papéis que já existiam (esposa e marido) não deixam de existir com a chegada do filho, mas há uma interação e reestruturação do contexto familiar.

O casal precisa reajustar a sua relação, no aspecto afetivo, na rotina diária, relacionamento sexual… Uma DICA preciosa para que esse reajuste ocorra de maneira tranquila é: FLEXIBILIZAR O VÍNCULO conjugal para formar o VÍNCULO PARENTAL. Ou seja, conversem sobre a divisão de tarefas domésticas e cuidados, os aspectos financeiros, profissionais, horários, alimentação… mesmo que tudo isso mude na prática, planejar essas ações ajuda no estabelecimento da comunicação e união do casal.

Durante toda a gestação, imaginamos como será nosso bebê, o rostinho, se chorará muito, como será nossas noites, como lidaremos com os cuidados… tudo isso é muito importante, pois ajuda na conexão com o bebê. Mas lembre-se que estamos no campo da IDEALIZAÇÃO. Os autores Colman e Colman afirmam que ser mãe “é uma acomodação contínua entre expectativas e realidades”, essa acomodação inicia-se após o nascimento do bebê, com a REALIDADE. Que pode ser como imaginamos ou completamente diferente. Uma coisa é planejar e outra coisa completamente diferente é CONTROLAR. Sabemos que nessa vida não temos o poder de controlar nada, não é mesmo?”

Confira esse e outros textos no blog Lorena Ladico

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