Maternidade · SlingaBaby®

Entre o carrinho e o colinho, fique com o colinho!

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O tema que escolhido pra hoje já foi falado aqui no blog, mas acho importante falar mais uma vez, e mais uma vez, e mais uma vez, por ser de muita utilidade pública. Ele também pode gerar polêmicas e discussões, já que vivemos em uma sociedade que está frequentemente repetindo coisas como “colo deixa manhoso”, “cama compartilhada não é bom”, “criação com apego causa dependência” e tantos outros absurdos.

Bem, é possível encontrar na literatura estudos que comprovem o contrário, e como um exemplo prático podemos citar o povo indígena (até para provar que sling não é modinha). Eles carregam seus bebês amarrados ao corpo, fazem cama compartilhada, não deixam seus bebês chorando em um carrinho ou berço e suas crianças podem mostrar certa independência já a partir dos três aninhos de idade. 

Podemos observar que as “crianças civilizadas” tendem a ser mais melindrosas e medrosas, elas têm vontade de “se libertar” mas não encontram segurança suficiente. Tudo isso está em um campo inatingível, inalcançável, está no nosso subconsciente, por isso acredito ser tão importante citar exemplos práticos.

Mães que caíram na “lorota” de que não se deve dar muito colo para o bebê na primeira experiência com a maternidade e abriram mão dessa teoria em uma segunda ou terceira experiência relatam que é perceptível a diferença entre as crianças que criou. A primeira tende a ser insegura e apresentar uma dependência não saudável, já a segunda apresenta independência e consegue se aventurar com mais segurança.

Ok! Sei que tudo isso é muito subjetivo e nunca fiz um estudo aprofundado, embora não me falte vontade para então poder afirmar tudo que estou escrevendo, mas percebo isso em exemplos práticos, na minha vivência pessoal e nas conversas com outros cuidadores. Sendo assim, acredito que seja importante tentar passar aquilo que tenho como conhecimento e experiência. 

Então, depois desses relatos vividos, te pergunto: carrinho ou colinho? E respondo, com toda convicção, COLINHO! Dê colinho ao seu bebê, não o deixe em um carrinho, longe do seus batimentos cardíacos, longe do seu aconchego, da sua segurança, do seu cheiro, dos seus ruídos.

“Ah, Vanessa, mas o carrinho é prático, coloco ele ali dentro e consigo fazer as coisas do dia a dia.” Agora imagine comigo fazer todas as coisas do dia a dia com o seu bebê no colinho. Vocês dois saem ganhando. Andar pelas ruas de carrinho é um suplicio, é tudo desnivelado, calçadas sem acessibilidade nenhum, mas se o seu bebê estiver agarradinho com você não importa. Se você tem mais de um filho sabe que é complicado sair empurrando um carrinho e segurando a mão de outra(s) criança(s), mas se você está com o bebê amarrado à você dá pra controlar bem outras crianças, falo por experiência própria. Se você vai passear em um shoping ou hipermercado e precisa enfrentar uma escada rolante, não tem como se estiver empurrando um carrinho, mas é super prático se o bebê estiver amarradinho. 

Um carrinho é um investimento caro, muito caro e que nem sempre vai ser usado, em alguns casos não tem praticidade nenhuma. Um #paninhodoamor custa muito mais barato e proporciona muito mais que locomoção. Um #paninhodoamor promove segurança, aconchego, apego, amor, reduz episódios de cólicas e refluxo, é um grande auxiliador contra a depressão pós parto e muitos outros benefícios.

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